Brasil consolida avanços na transição energética uma década após o Acordo de Paris

Fact Sheet destaca matriz mais limpa, políticas públicas robustas e foco em justiça energética.

Dez anos após a assinatura do Acordo de Paris, o Brasil apresenta avanços significativos em sua transição energética, com destaque para o fortalecimento de uma matriz cada vez mais limpa e o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à segurança e à justiça energética. O documento reúne dados e reflexões sobre os desafios e oportunidades do país no contexto global de descarbonização.

A transição energética — definida pela Resolução CNPE nº 5/2024 como o processo de transformação da infraestrutura, da produção e do consumo de energia com foco na neutralidade das emissões líquidas de gases de efeito estufa (GEE) — é um dos pilares para o cumprimento das metas climáticas assumidas pelo Brasil. 

Enquanto o mundo busca reduzir sua dependência de combustíveis fósseis, o Brasil se destaca internacionalmente por sua alta participação de fontes renováveis na matriz energética, como hidrelétrica, eólica, solar e biomassa. No entanto, o relatório ressalta que o país ainda enfrenta importantes desafios, como a erradicação da pobreza energética e a promoção da equidade no acesso à energia. 

"A transição precisa ser justa e inclusiva. Não basta ser limpa; é necessário garantir que todos os brasileiros tenham acesso à energia de forma segura e sustentável", aponta o documento.

O documento também enfatiza que, diante de suas vantagens naturais e institucionais, o Brasil tem condições de liderar globalmente iniciativas de transição energética, desde que combine inovação tecnológica, políticas públicas integradas e ações voltadas à inclusão social.

Acesse aqui o documento na íntegra

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