Lançamento do Plano Indicativo de Gasodutos de Transporte 2022

O Plano Indicativo de Gasodutos de Transporte (PIG) se insere no conjunto de estudos elaborados pela EPE com o objetivo de subsidiar o planejamento do setor de gás natural brasileiro, no sentido de apresentar oportunidades de investimentos em gasodutos de transporte no País. Os projetos indicativos, apresentados em nível conceitual, permitem ampliar a capacidade e aumentar a segurança de suprimento de gás natural no País. Estas alternativas possibilitam a conexão de novas ofertas ao Sistema de Transporte de Gás Natural (STGN), a conexão do STGN a novas áreas ainda não atendidas por gás natural e a conexão de ofertas e demandas isoladas entre si. 

O PIG busca apresentar as análises realizadas pela EPE quanto aos gasodutos de transporte que podem vir a ser implementados nos próximos anos no Brasil, de forma indicativa, incluindo análises técnico-econômicas e socioambientais. Nesta edição do PIG um dos principais objetivos foi pautado pela busca de soluções de transporte de gás natural através de alternativas de novos gasodutos que pudessem atender as regiões específicas definidas na Lei nº 14.182/2021. Neste sentido, destacam-se as alternativas do gasoduto Linhares/ES – Governador Valadares/MG e do gasoduto Jacutinga/MG – Uberaba/MG. 

A presente edição também buscou conectar os terminais de GNL existentes ou em construção a novos mercados consumidores além do termelétrico previstos na Lei nº 14.182/2021, como foram os casos do gasoduto São João da Barra/RJ – Macaé/RJ e do gasoduto Barcarena/PA – Belém/PA. Por fim, coube também ao PIG 2022 apresentar alternativas para aumentar a capacidade de exportação de gás natural da Região Sudeste para a região São Paulo-Sul, principalmente, pelo potencial de aumento da produção de gás natural advindo do pré-sal no horizonte do decênio e pela necessidade de reforço nas opções de oferta para malha da TBG. 

Clique aqui e confira!

Notícias Relacionadas

No Congresso Brasileiro de Mineração, EPE debate papel do gás natural para a transição energética

01/09/2026 - A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) participou da edição de 2026 da Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (EXPOSIBRAM), realizada de 24 a 27 de agosto em Belo Horizonte. Dentro da programação do Congresso, a palestra “Rumos Estratégicos da Matriz Energética Brasileira" reuniu especialistas, no terceiro dia de evento, para analisar o papel do gás natural, das fontes renováveis e dos recursos nacionais na transição energética e no desenvolvimento econômico do Brasil.

Nota Técnica com Quantitativos da Capacidade Remanescente do SIN da 1ª Temporada de Acesso é publicada

01/09/2026 - Foi publicada nesta segunda-feira, 31 de agosto, a Nota Técnica NT-ONS DPL 0083/2026, que estabelece os quantitativos da capacidade remanescente do SIN para a 1ª Temporada de Acesso.

Consumo de eletricidade continua a crescer em julho de 2026; residências e comércio lideram alta

31/08/2026 - A mais recente edição da Resenha Mensal do Mercado de Energia Elétrica, publicada pela Empresa de Pesquisa Ener mostra que o consumo nacional de eletricidade foi de 46.841 gigawatts-hora (GWh) em julho de 2026, aumento de 3,7% comparado a julho de 2025. É o quarto aumento consecutivo no consumo nacional mensal.

Por meio da Matriz Insumo-Produto, EPE analisa impactos econômicos associados ao setor energético

31/08/2026 - A Nota Técnica “Matriz Insumo Produto com detalhamento do setor energético: notas e tabelas auxiliares", elaborada pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), tem como objetivo ampliar a transparência metodológica dos estudos realizados que utilizam a Matriz Insumo-Produto (MIP) para analisar impactos econômicos associados aos setores energéticos, incluindo efeitos sobre o Produto Interno Bruto (PIB), emprego e renda.

EPE publica Caderno de Estudos sobre Preços de Gás Natural – Projeções Nacionais

28/08/2026 - A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) publica o Caderno de Estudos sobre Preços de Gás Natural – Projeções Nacionais, que apresenta projeções para os preços médios do gás natural nos pontos de entrega (citygates) da malha integrada até 2036. As estimativas consideram os preços de molécula praticados pelos agentes comercializadores junto às Concessionárias dos Serviços Locais de Gás Canalizado (CSLGC), suas participações no mercado brasileiro, as tarifas de transporte, e outros aspectos da comercialização de gás no Brasil.