Plano Nacional de Energia - 2050

Termo de Referência

A Empresa de Pesquisa Energética – EPE disponibiliza, no anexo abaixo, o Termo de Referência (TDR) que orientará a elaboração do Plano Nacional de Energia – PNE 2050, estudo fundamental para o planejamento de longo prazo do setor energético do país, avaliando tendências na produção e no uso da energia e balizando as estratégias alternativas para expansão da oferta de energia nas próximas décadas.

Entre as seções incluídas no TDR do PNE 2050 estão a contextualização do marco legal, a metodologia e o escopo do trabalho, além do cronograma.  

Estudos de Longo Prazo

​Notas técnicas que tratam dos subsídios para elaboração do PNE 2050, sobre os planos de energia da América Latina e resultados dos Workshops focados em políticas públicas, realizdos pelo MME e que contaram coma  participação de mais de 200 representantes de 30 órgãos da adminsitração geral. 

Premissas Econômicas

​A Empresa de Pesquisa Energética - EPE disponibiliza, no anexo abaixo, o estudo Cenário Econômico do PNE 2050, primeiro de cinco estudos que irão compor o PNE 2050. Neste estudo são apresentados o cenário econômico de longo prazo, suas premissas demográficas e setoriais, além das perspectivas de preços de petróleo e gás natural consideradas para o longo prazo.

Demanda de Energia

A Empresa de Pesquisa Energética - EPE disponibiliza, no anexo abaixo, o estudo Demanda de Energia 2050, segundo de cinco estudos que irão compor o PNE 2050. Neste estudo são apresentadas as projeções para a demanda de energia total, que inclui gasolina, etanol, eletricidade entre outros.

Recursos Energéticos

O presente estudo destaca a riqueza e diversidade dos recursos energéticos existentes no país no horizonte de 2050. A disponibilidade destes recursos é suficiente para atender ao crescimento da demanda de energia no horizonte de 2050 com folga expressiva.

Dentre as fontes renováveis, foram consideradas a Hidráulica, a Biomassa, a Eólica, a Solar e a Oceânica. Dentre as fontes não-renováveis, foram consideradas o Petróleo, o Gás Natural, o Urânio e o Carvão Mineral. Um capítulo trata ainda de Sistemas de Armazenamento de Energia.

O País deve se manter como grande produtor de petróleo, com valores significativos no cenário internacional. A produção de gás natural deve quadruplicar. As reservas de urânio permitem a operação de 10 usinas adicionais. As reservas de carvão mineral permitiriam a instalação de 46 usinas típicas.

Em relação aos recursos renováveis, o potencial eólico e solar offshore são os mais representativos, chegando a cerca de 90% do potencial renovável. A biomassa responde por cerca de 7% e todas as demais fontes, juntas, por 3%.

Cerca de metade do potencial não-renovável é identificado como de fácil exploração (com poucas barreira à sua exploração e/ou custos competitivos). No caso das renováveis, 5% do potencial é identificado como de fácil exploração – que já corresponde a mais que a demanda atual.



Premissas e Custos de Oferta

​Para a elaboração das simulações de longo prazo são considerados a demanda energética , os recursos e as tecnologias, com seus custos de investimento e operação, bem como suas peculiaridades operativas, além das ferramentas computacionais, que também contam com restrições.

As condicionantes para a oferta de energia elétrica e de combustíveis é apresentada em Notas Técnicas. 

Notas para Discussão

​A elaboração do planejamento energético de longo prazo passa pela discussão sobre diversos temas e suas interações, por grupos de trabalhos, que começam de forma qualitativa e, sempre que possível, são convertidos em estimativas quantitativas. A sistematização deste trabalho permite identificar as várias linhas de trabalho que merecem atenção nos próximos anos. Naturalmente, umascontam com nível de amadurecimento maior que outras, seja pelo grau de evolução da discussão internacional, seja por sua aplicação à realidade brasileira.